Overclocking XVII :: Nunca Antes Visto
Overclocking XVII
Escrito por: TheGuzzman
Mais uma semana, e mais um Overclocking aqui no vosso blog Nunca Antes Visto.
Como muitos de vós, presumo, também o meu tempo anda algo limitado, por isso, para esta semana apresento-vos um artigo que achei bastante curioso.
Os créditos do mesmo vão inteiramente para o kerodicas, de onde foi integralmente retirado.


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Todos nós certamente nos lembramos dos longos anos em que tivemos que, primeiro, aprender a escrever, e de seguida, aperfeiçoar a nossa caligrafia. Mas, afinal de contas, hoje em dia, o uso da nossa tão bonita caligrafia não é tão frequente, especialmente por causa do advento dos computadores e da era digital. E se pudéssemos transformar a nossa caligrafia numa fonte, pronta a ser usada no seu computador e em qualquer documento que crie?

Através da ferramenta totalmente grátis e online disponibilizada pelo site FontCapture , em 4 simples passos o processo estará completo e estaremos prontos a disfrutar da nossa bela caligrafia (e neste momento retiro a minha caligrafia do artigo ) em qualquer documento, apresentação, folha de cálculo e tudo mais onde possa pré-definir fontes no seu computador. As possibilidades são imensas, imagine até que pode assinar os seus documentos recorrendo à sua caligrafia “transportada” para o ambiente virtual do seu computador.

E tudo o que é necessário é um leitor de pdf’s, como o Foxit Reader , e uma impressora capaz de fazer scanning, ou mesmo um scanner à parte.






Depois de acedermos ao site, basta clicar em “Create your font now” para ser direccionados para o primeiro de 4 passos que é fazer download de um template em pdf e imprimi-lo. Essa mera folha de papel contém todo um alfabeto, maiúsculo e minúsculo, símbolos, caracteres, enfim tudo o que uma boa fonte de computador necessita para ser completa e preencher todas as necessidades. Nesse papel, devemos escrever com a nossa própria letra todos os caracteres indicados. A página oferece instruções sobre como fazer a diferenciação na escrita entre maiúsculas e minúsculas, a posição no quadrado próprio. Conselho de quem já fez isto pelo menos uma vez: tentem escrever todos os caracteres, sempre alinhados, não façam como eu que escrevi à pressa e acabei por ter criar uma fonte em escadaria… 





Basicamente, diferenciem maiúsculas e minúsculas, escrevam a preto e deixem um certo espaço entre a letra e os limites do rectângulo de preenchimento.

 

Depois de preenchido o template, é altura de digitalizarmos a imagem e guardarmos em formato .png ou .gif, verificando sempre que a imagem se encontra com a orientação correcta, na medida em que tem que estar na vertical. Entretanto, no site, podemos avançar para o passo 3, que é dar um nome à nossa fonte, preenchermos com o nosso próprio nome de autor, escolhermos o ficheiro que digitalizamos e clicar em “Submit”.

 

Depois do upload completo, poderemos então pré-visualizar a nossa fonte e fazer download do ficheiro .ttf que resultará de todo o processo.

 

E agora como usar a fonte, seja no Office, OpenOffice, iWork, Photshop, GIMP, ou até globalmente no sistema?

Em Windows, basta colar o ficheiro .ttf resultante na pasta C:\Windows\Fonts , e automaticamente será instalada e configurada para uso no sistema.

Em Mac OS, um duplo-clique resolverá o assunto .

Em GNU/Linux, apesar de neste momento não me ser possível testar, creio que se criando uma pasta na sua pasta pessoal com o nome “.fonts” (sem aspas, claro) e arrastando para lá o ficheiro .ttf, poderá usar a fonte no sistema. Se depois de criar a pasta não a vir mais, é normal. Em GNU/Linux, qualquer ficheiro cujo nome começe por “.” fica invisível ao utilizador. Para ver esses ficheiros e pastas, pelo menos no gestor de ficheiros Nautilus (o que normalmente vem instalado com o Ubuntu), basta clicar em Ctrl + H.

E o que seria criar o nosso próprio tipo de letra sem poder abusar dele?

 


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